Composto por oito textos, vila mathusa conta as histórias entrecruzadas de moradores transgênero que habitam uma mesma vila na capital paulista. Explorando formas e atmosferas diversas, como as narrativas de detetive, cartas e diários, a autora contempla momentos de perda, ternura, suspense e humor, sob a perspectiva de personagens tão distintos quanto Aurora e Rubi, duas crianças em um dia de aventuras, e Mathusa, a travesti que é a “matrona” da vila. Temas como o envelhecimento, os afetos e o sentido de comunidade são tratados com riqueza visual. Soma-se a isso uma cuidadosa pesquisa histórica sobre as memórias de um Brasil autoritário, que não desiste de se presentificar na vida de corpos dissidentes.

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