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Liget é uma revista de HQs, com histórias curtas escritas e desenhadas por Marcos Casilli (KZ).

>> As três primeiras edições da Liget estão disponíveis na nossa loja!

>> Nos nomes das histórias, as playlists que “conversam” com a Liget.

>> Marcos fala sobre a revista com o Papo Zine.

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Coletânea de HQs

Por Marcos Casilli (KZ).

Histórias:

1. Cara comum _ 2. A era dos 16-bits: a marcha dos minis _ 3. XX

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Coletânea de HQs

Por Marcos Casilli (KZ).

Histórias:

1. A era dos 16-bits: Master _ 2. Eu acho que nós já exploramos tudo que podíamos _ 3. Amsterdã _  4. Old rock

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Coletânea de HQs

Por Marcos Casilli (KZ).

Histórias:

1. Estúpido (parte um) _ 2. A era dos 16-bits: a caixa _ 3. Um dia _ 4. Music when the lights go out _  5. Kraaiennest _ 6. Estúpido (parte dois)

  • Foi um começo bem bom para a sua primeira HQ. Você tem boas ideias e eu gostei do jeito que você retratou a situação política do Brasil.

    Nathalie Nagano (São Paulo, Brasil)
  • Eu gostei muito de “Does this look like a real comic to you?”. “Tatoo” é muito bem bolada e “Ours” é o seu ponto alto em narrativa, eu amei. Continue assim. PS: Minha namorada diz que você é um grande musical influencer.

    Gilberto Nascimento (São Paulo, Brasil)
  • Embora eu tenha achado “Brazil: a good start” intrigante e informativa, eu gostaria de apontar a representação problemática de pessoas tatuadas em “Tattoo”, onde você sugere que os tatuados olham para você como uma aberração. Aqueles de nós que escolheram mostrar nossas emoções mais profundas através da pele não merecem ser representados dessa maneira, especialmente levando-se em conta os anos de um estigma que apenas agora começa a se dissipar. Exceto por tatuagens de borboletas (...)

    Dr. Bob V. D. (Newark, EUA)
  • Aquela canção do Dylan não é muito famosa. Eu sempre achei que daria um bom curta. Você pensa em adaptar mais músicas para os quadrinhos?

    Andrew Gross (Orlando, EUA)
  • Comprei a Liget 2 há alguns dias e foi uma das coisas mais massa que li nos quadrinhos recentemente. O projeto gráfico também está lindo demais!

    Teo Brito (São Paulo, Brasil)
  • Adorei “A Era dos 16-bits”! Do Collor na Globo pro Faith no More na MTV, até o Master System na casa do amigo… e todas as táticas de missões, como “juntar” presentes pra conseguir ganhar um mais valioso. Minha paixão da primeira série também foi minha primeira, a Carol, mas eu nunca falei com ela! Tirar foto da moça pra se aproximar… até nos anos 2000! Li a história toda com um sorriso nostálgico no rosto! Keep up the good work!

    Giuliano Rossi (São Paulo, Brasil)
  • (…) Eu acredito que as obras que têm um maior impacto sobre o nosso caráter/ser são obras que retratam a vida real, pessoas que têm que lidar com algum problema. Nisso, deixamos de nos sentir tão sozinhos e desafortunados. Ler a Liget foi justamente isso; ler uma história que retrata a vida como ela é, desde o cenário político e cultural até o microuniverso, que é o personagem principal, e seus problemas de vida. A Liget oferece isso, a vida como ela é: bonita, por vezes irônica, aleatória e estranha. Ela não te oferecerá as batalhas espaciais, o teledrama, guerras com explosões, tiroteios e salvamento do mundo de uma invasão alienígena. O que a Liget te oferecerá serão lições para refletir e levar para o resto da vida.

    Alexandre Viana @alexandrep.viana

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Todo o conteúdo dessa publicação (incluindo histórias, personagens e arte) são © de Marcos Casilli (KZ).

edição e projeto gráfico :: KZ e Laura Del Rey

agradecimentos :: Aline Castro

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